Ir. Egídio fala sobre a missão da Fraternidade no Rio de Janeiro. Acompanhe!

julho 27, 2010 por RRM | Arquivado como Destaques, Notícias

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A pouco mais de um mês a Fraternidade O Caminho chegou na cidade do Rio de Janeiro, com a Fraternitas Beato Charles de Foucauld, localizada em frente ao Complexo Penitenciário Bangu, criado em 1987 pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro.

A Fraternidade tem como missão inicial o trabalho em conjunto com a Pastoral Carcerária da cidade, coordenada pela leiga Ana, por Pe. André, que é também coordenador da Pastoral no Estado do Rio e dirigida espiritualmente pelo Pe. Eduardo.

O Complexo Penitenciário Bangu  fica no bairro de Gericinó, sendo que se trata de uma cidade de presídios. Todo complexo é formado por 25 presídios:
*Penitenciária Talavera Bruce;
*Penitenciária Joaquim Ferreira de Souza;
*Penitenciária Alfredo Tranjan (Bangu 2);
*Penitenciária Industrial Esmeraldino Bandeira;
*Penitenciária Jonas Lopes de Carvalho (Bangu 4);
*Penitenciária Lemos de Brito;
*Penitenciária Moniz Sodré;
*Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino (Bangu 1);
*Penitenciária Dr. Serrano Neves A (Bangu 3A – Segurança Máxima);
*Penitenciária Dr. Serrano Neves B (Bangu 3B);
*Penitenciária Vicente Piragibe (semi-aberto);
*Penitenciária Pedrolino Werling de Oliveira;
*Presídio Nelson Hungria;
*Instituto Penal Plácido Sá Carvalho;
*Instituto Penal Benjamin de Moraes Filho;
*Presídio Elizabeth Sá Rego (Bangu 5);
*Casa de Custódia Paulo Roberto Rocha;
*Casa de Custódia Jorge Santana;
*Casa de Custódia Pedro Melo da Silva;
*Hospital Dr. Hamilton Agostinho Vieira de Castro;
*Hospital Penal Fábio Soares Maciel;
*Hospital Psiquiátrico Penal Roberto Medeiro (Dependência Química);
*Sanatório Penal (Tuberculose) e
*Unidade Materno Infantil Madre Tereza de Calcutá (mães com filhos de colo até 3 meses).

Fora do Complexo, a cidade do Rio conta ainda com 05 presídios espalhados por bairros mais distantes.

Esse trabalho está sendo realizado pelos professos Ir. Egídio do Sagrado Coração de Jesus e Ir. Felix Cativo de Jesus Hóstia, pelo aspirante Ir. Vinícius e pelo postulante Ir. Micael, contando, ainda, com o apoio do voluntário Wilson, que foi um de nossos filhos prediletos no tratamento de sua dependência química e que hoje se coloca à disposição do trabalho missionário pelo carisma.

Acompanhe, abaixo, entrevista concedida pelo Irmão Egídio ao Site O Caminho:

O Caminho: Como foi a chegada da Fraternidade na cidade do Rio de Janeiro?
Ir. Egídio: Na primeira vez que estivemos na cidade fomos acolhidos por nossos irmãos franciscanos da Toca de Assis, que se encontra no Bairro de Benfica. O Ir. Hosanan, guardião da Toca, foi quem nos recebeu nesse primeiro momento, já nos incentivando ao trabalho que estava por vir. Depois, ficamos hospedados na casa da Aliança de Misericórdia, na Comunidade Senador Camará, na zona oeste do Rio, onde os coordenadores Meire e Lincoln também nos acolheram num clima muito familiar. Após reunião, Pe. Gilson, nosso Fundador e Pe. Eduardo, coordenador da Pastoral Carcerária trataram do início de nossa missão, sendo que nos foi oferecida a casa onde está o escritório da Pastoral Carcerária, para a instalação da Fraternitas Beato Charles de Foucauld, inaugurada no último dia 04 de julho.

O Caminho: Como está a Missão Dimas junto à Pastoral Carcerária do Rio no Complexo Penitenciário Bangu?
Ir. Egídio: A missão em Bangu é muito desafiadora. Bangu é uma cidade de presídios. São 25 complexos penitenciários entre hospitais de tuberculose, hospital penal, hospital para dependência química, presídios femininos e para policiais. Fora de lá ainda existem mais 5 penitenciárias, espalhadas pela cidade do Rio. São 04 hospitais, 06 cadeias comuns e 06 de segurança máxima. Tem ainda o semi-aberto. Nós atendemos a todos esses locais. De segunda à quinta, de manhã e de tarde, estamos no complexo de Bangu e aos domingos nos dirigimos aos que estão fora da cidade. A missão acontece assim: são duas horas de visita. Se for pela manhã fazemos a visita das 9 às 11, isso quando conseguimos entrar rápido, pois nossa entrada pode ser barrada por diversos motivos, como por exemplo falta de energia, segurança etc.

O Caminho: Durante as visitas, como está sendo esse contato com os presos?
Ir. Egídio: A visita no presídio é muito variada. Tem locais em que conseguimos atingir 30 pessoas. Tem lugares que vão somente 2 ou 3. É um começo. Então, quando vamos para a visita pastoral, o rapaz chama e quem quer vir participa da celebração, de uma partilha e posteriormente tem um acompanhamento assistencial.

O Caminho: Sabemos que em outros Estados, onde a população prisional é em grande parte protestante, existe, por vezes, certa agressividade contra o preso católico, sendo que em casos de rebelião pode acontecer de os católicos serem alvo de agressão e até morte. Como isso funciona no Rio de Janeiro?
Ir. Egídio: No Rio isso não existe. Ninguém determina o preso a seguir essa ou aquela religião e não há, necessariamente, uma perseguição à católicos ou protestantes.

O Caminho: Existe a superlotação também nos presídios do Complexo?
Ir. Egídio: Na verdade, a superlotação é uma realidade do sistema prisional brasileiro, contudo em Bangu os presos estão mais bem distribuídos, conforme o crime que cometeram.

O Caminho: Como que os presos receberam a Fraternidade O Caminho?
Ir. Egídio: Nós já visitamos cerca de 12 a 14 presídios e os presos foram muito acolhedores, tem nos respeitado muito. Quando tomam banho de sol, por exemplo, estão sem camisa. Se chegamos nesse momento, automaticamente todos se levantam e já colocam suas camisas. Independente da facção somos bem recebidos, existe uma proximidade, um interesse por saber o que somos, como vivemos, o que fazemos. Os que aceitam a pregação são participativos e os que não vão, permanecem quietos nos seus cantos, observando a nossa ação pastoral. Todos os presos, independente da facção ou religião, nos acolhem com respeito.

O Caminho: Já houve a possibilidade de partilha?
Ir. Egídio: Sim, já tivemos essa oportunidade com alguns. Eles contam a sua história, os crimes que cometeram, se estão arrependidos ou não, se possuem planos para o futuro, para quando tiverem cumprido suas penas. Na minha última visita, conheci um jovem de 26 anos, preso há 3 meses e sem julgamento. Chegou a partilhar quanto ao seu desejo de se matar, pois já não tem esperança na vida, diante de sua realidade. Para eles é muito difícil acreditar que uma mudança de vida seja algo possível.

O Caminho: Qual a realidade social dos presos?
Ir. Egídio: Pobreza total. A maioria vem do tráfico e da favela.

O Caminho: Como é a organização da Pastoral Carcerária no Rio?
Ir. Egídio: A Pastoral é coordenada pelo Pe. André, Pe. Eduardo e pela Ana, que é leiga, uma senhora já de idade e cadeirante. Eles são os coordenadores de cerca de 95 agentes pastorais, que também são leigos. A Fraternidade chega para somar com esses agentes, sendo o suporte religioso e espiritual durante as visitas. No dia a dia a visita é feita por 3 ou 4 agentes, acompanhados do religioso. A Pastoral realiza um trabalho muito social, assistencial mesmo. É oferecido apoio para as famílias e também a questão de roupas e necessidades de higiene pessoal dos presos, sendo que de maneira mais forte eles buscam auxílio jurídico, para verificação de andamento processual etc. Nosso vigário episcopal, Pe. Luis Artur, nos pediu para ajudarmos no sentido de reforçarmos o auxílio espiritual fornecido aos filhos encarcerados.

O Caminho: A casa está localizada bem próxima ao Complexo?
Ir.Egídio: Na verdade estamos em frente. Só precisamos atravessar a rua para entrarmos no presídio. É um sítio muito grande, um espaço muito bom. A casa é pequena, precisa passar por uma reforma, já estamos arrumando o telhado e esperamos acabá-lo nessa semana. Todo o espaço precisa de cuidados.

O Caminho: Agora falando um pouco da Igreja no Rio. Como foi a acolhida da Igreja para a Fraternidade O Caminho?
Ir. Egídio: A recepção dos Padres à nossa Obra foi muito boa. Já andamos por muitas paróquias e os vigários episcopais quando nos viram se assustaram. O nosso carisma é forte, é o carisma da mendicância, de viver radicalmente a pobreza, a radicalidade do Evangelho. Sentimos que isso chocou um pouco até os padres, mas fomos muito bem recebidos. Para o povo também foi um susto. O estar de hábito, estar descalço passando pelas ruas da cidade tem sido chocante para a população. Eles perguntam: Quem são vocês? O que fazem aqui? Já fomos em alguns grupos de oração, fizemos algumas pregações e sentimos que já conquistamos o carinho do povo. Nos chamam de “Irmãozinhos Franciscanos”. Fomos muito bem acolhidos também pelas comunidades de vida, como a Shalom, a Maranatha, a Aliança de Misericórdia. Fomos em regiões também mais distantes da cidade e da mesma forma houve o acolhimento dos padres. Dom Orani, Arcebispo do Rio, nos ama muito. Os bispos auxiliares também são muito próximos, como verdadeiros Pais.

O Caminho: Depois da reunião com Dom Orani, no dia 17 de maio, quando ficou definida a chegada da Obra no Rio de Janeiro, os senhores já tiveram a oportunidade de encontra-lo novamente?
Ir. Egídio: Sim, Dom Orani tem uma história conosco. Desde quando era Bispo em Belém, no Pará, sempre foi nosso Pai. Nos encontramos novamente na festividade de São Pedro. Quando nos viu, logo nos abraçou e preocupado já perguntou como estávamos, se nos faltava algo. Perguntou como estava sendo a missão e pudemos partilhar um pouco. Ele nos pediu que possamos mesmo investir nas cadeias, se colocando à nossa disposição. Acreditamos muito que a nossa missão dará muito certo na cidade do Rio. Dom Orani é nosso grande incentivador. Um grande pai e já espera pela chegada das irmãs também na cidade.

O Caminho: Diante de uma realidade tão dura de pobreza, violência, drogadição, como está sendo realizar esse trabalho com a Pastoral Carcerária, missão que está intimamente ligada ao Carisma da Obra?
Ir. Egídio: A missão no Rio, como eu disse, é desafiadora. Quem vai para o Rio encontra de tudo. É uma cidade muito erótica, a prostituição e a droga são realidades muito fortes, assim como os bailes funks. Quando chegamos na cidade vimos um povo tão acolhedor, que ajuda muito, mas encontramos também um povo muito carente de Deus. Carente de pessoas que choquem, que anunciem com a vida. Então a nossa missão ali é ser sinal sensível de Deus, sinal sensível de quem vive com radicalidade o Evangelho. Seja com a prostituição, seja com o homossexualismo, com os travestis, com os dependentes químicos, com a juventude que é ligada à uma vida desregrada, onde tudo é muito natural. Queremos ser sinal sensível de Deus em nossas pregações, no andar nas ruas, no estar com os pobres, nos presídios… Para ir à missa andamos cerca de 30 minutos à 01 hora, fazemos esse caminho longo todos os dias, de segunda à segunda. Vemos o povo nos apontando e dizendo: Olha os frades! Acreditamos, assim, que somos sinal de Deus. A nossa vida tem que ser um escândalo. Eu sinto em meu coração, como custódio do carisma, que a minha vida tem que ser um escândalo para a vida do jovem, do idoso, do policial, do traficante.

O Caminho: Já foi possível notar algum tipo de interesse dos jovens e adultos, seja pela vida religiosa, seja por uma experiência de vida laical dentro do Carisma da Fraternidade?
Ir. Egídio: Ainda está cedo. Temos um pouco mais de um mês na cidade do Rio. Mas tem um grupo de oração em Engenho Novo que nos acolheu muito bem, jovens dispostos à uma vida nova mesmo e que se interessaram muito pelo carisma. É um grupo muito bom. Quem sabe algo para o futuro. Agora nosso objetivo é viver a casa, estruturar a missão, semear para que possamos colher os frutos no futuro.

O Caminho: Sobre essa missão desafiadora que a Fraternidade assume no Rio, o que o senhor poderia dizer à toda Obra?
Ir. Egídio: É importante termos essa certeza de que estamos juntos. Quem doa o sangue em Manaus, doa no Maranhão e doa o mesmo sangue no Rio de Janeiro. É a alegria de saber que o tempo gasto no presídio, outro irmão gasta na rua, outro gasta em uma pregação, outro gasta cuidando de doentes… é esse amor por anunciar. Eu falava para o Pe. Gilson outro dia que o irmão que for morar no Rio tem que ter esse amor por anunciar a palavra. Não dá para eu ir ao presídio de qualquer jeito. Não é mais uma pastoral, é A pastoral. Assim como é em Santo André, como é em Recife, como é em cada canto desse Brasil e do mundo onde a Fraternidade já vem atuando. Estamos juntos aonde for, seja no Brasil, seja no Paraguai, seja nas cadeias, seja nas ruas, seja com os dependentes químicos.

O Caminho: Irmão, é bonito ver na Fraternidade essa radicalidade que se torna opção de jovens que deixam tudo para seguir o Evangelho como única regra de vida. As pessoas que acessam o nosso site e que chegam à Fraternidade vem sempre em busca de algo novo como mudança real de vida. O que o senhor pode nos falar considerando sua opção de vida, desde o dia em que escolheu sair da sua casa, em Manaus, deixar sua família, entrar para essa Obra, diante do caminho que já foi percorrido e hoje sendo um dos responsáveis por essa missão no Rio?
Ir. Egídio: Como diz Nosso Senhor “se o grão de trigo que cai na terra não morre, não gera frutos”. Vocação é algo que emociona, mas viver essa vida na radicalidade vem de um grande amor à Deus. Eu não escolhi à Deus. Nenhum de nós escolheu, mas foi Ele mesmo quem nos chamou. Isso é muito forte. Quando Deus escolhe uma alma, não dá para fingir que não escutou. Eu larguei minha terra como muitos largaram, tive minhas renúncias, como muitos tiveram e o fato de eu ter consciência de que foi Deus quem me escolheu não me dá chance de olhar para trás. Eu passei por Belém do Pará, passei pelo Paraná, em meu noviciado, depois fiquei um ano e meio em São Paulo, trabalhando com Dependentes Químicos e hoje me encontro no Rio de Janeiro. O que há no meu coração é um desejo ardente de anunciar o Senhor no Rio de Janeiro, o mesmo desejo que eu tive no Pará, no Paraná e em São Paulo. Brota no meu coração o desejo de morrer. Como o Beato Charles de Foucauld morreu no Saara sozinho, mas dando a vida pelo pobre, pelo excluído. A missão no Rio, a minha vocação, do Ir. Felix e dos irmãos que chegaram é ser grão que cai na terra e morre, pois só morrendo é que nascerá o fruto. Mais do que nunca tenho em meu coração que fui escolhido e como alguém que foi eleito, eu e meus irmãos daremos a vida por essa missão, por essa vocação que Deus nos deu e que foi germinada no caminho pelo Pe. Gilson, através das formações, dos nossos diretores espirituais e custódios. Hoje no Rio germinamos também a terra para que vocações surjam e que homens conheçam a Deus, para que mulheres que não tem sonhos possam sonhar um dia.

O Caminho: O que significa a Fraternidade O Caminho no Rio de Janeiro?
Ir. Egídio: Ser luz em meio às trevas é a missão da Fraternidade na cidade do Rio de Janeiro. Ali ninguém sonha. Nossa missão será essa: ser luz em meio às trevas! Dar a chance de pessoas que não tem mais sonhos voltarem a sonhar. Amém.

A Fraternidade O Caminho na cidade do Rio de Janeiro se localiza no Bairro de Bangu, na Estrada Guandu do Sena, 2057 – Bairro Bangu – Telefone: (21) 2405-4490 – Rio de Janeiro – RJ.


Fraternidade O Caminho

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8 comentários para "Ir. Egídio fala sobre a missão da Fraternidade no Rio de Janeiro. Acompanhe!"

Natalia Gomes disse:
27/07/2010 às 21:32

Primeiramente gostaria de parabeniza-los pelo trabalho que estão fazendo, admiro muito a Fraternidade o Caminho e fiquei muito feliz e emocionada ao ler tudo isso, sabemos o quanto as pessoas necessitam de testemunhas de uma Deus vivo e verdadeiro!Que Deus em sua infinita bondade e misericordia continue os capacitando a cada dia mais cada membro desta fraternidade e que suscite no coração dos seu povo cada dia mais santas vocações!!!

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Nivaldo Junior disse:
30/07/2010 às 4:24

Fico muito feliz por vcs estarem no Rio irmão, já tive a oportunidade de morar aki 2 anos e agora voltei d novo, e como o senhor falou, que o caminho veio pra ser luz em meio as trevas em uma cidade em que as pessoas não sonham mais, é realmente isso que o estado precisa, e concerteza do jeito que o senhor falou: com a radicalidade do Evangelho! Fico impressionado até hoje com a cara das pessoas, quando passo pela rua com uma “simples” camisa de são miguel ou de qualquer outra coisa da Igreja, parece até que eu sou um alienigena, imagino como devem olhar vcs rss.
Que o Senhor vos encha de forças, esperança e proteção, todos os dias …

São José, rogai por nós!

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Ir. Camillo das Chagas de Cristo disse:
30/07/2010 às 21:34

Louvado seja Deus por nos conduzir as Àquas mas profundas principalmente nesta missão no Rio de Janeiro.Que o Senhor os ilumine para fazer aquilo que Ele nos pede mas ´´salvar almas´´neste Santo Carisma!!! Paz e Bem

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Carlos e Terezinha disse:
01/08/2010 às 21:42

Irmão Egídio e Irmão Felix.

Deus vos abençõe, nessa missão , de estar com os filhos prediletos de Deus, naquele lugar que muitos não serão visitas e não serão lembrados.esta forma de amor
Levar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, aqueles que muitas vezes não tiveram oportunidade de conhecer esta forma de AMOR.
Estive preso e me visitou

Paz e Bem.

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Rosy Paes de Souza disse:
04/08/2010 às 0:58

Irmão Egidio, Paz e Bem!

É com grande alegria e saudades, que envio estas palavras, desejo muita sorte, perseverança nesta nova caminhada, sempre lembro da fraternidade, o quanto vocês foram e são importantes para nós, aqui no jardim da conquista, creio que Deus os amam muito, pois são raios de esperança para todos aqueles que se aproximarem.
Não foi possível despedir de vocês, mas estarei sempre acompanhando pelo site.
Abraço da irmã em Cristo Jesus, Rosy da Comunidade Sagrado Coração de Jesus!

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Marcelo e Sabrina disse:
04/08/2010 às 11:02

Irmao Egidio, Paz e Bem
Somos leigos, da Alianca de Boston, e somos do Rio e estamos muito felizes por essa grande missao que o Senhor esta realizando nessa cidade maravilhosa, e rezamos todos os dias por essa obra e cremos que grandes maravilhas ja estao sendo feitas ai, e so estamos aguardando em Deus a hora de estarmos ai juntos de voces para se doar por essa linda missao.
Ore por nos, pq temos um desejo enorme de juntos com os nossos irmaos de obra, evangelizar essa linda cidade, que Deus abencoe sempre mais e mais os passos de voces, cobertos pelo manto de Nossa Senhora

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Sérgio Ricardo Duarte disse:
07/08/2010 às 18:12

Irmão Egidio e Irmão Felix , Paz e Bem . A cada dia que passa o Senhor manda mais anjos p/ a nossa missão que é resgatar e encaminhar irmãos de rua p/ tratamento da dependência química . Estaremos de mãos dadas p/ chegarmos ao céu . Desde já nos colocamos à disposição p/ fazermos visitas periódicas ( aos sábados ) aos irmãos em tratamento assim como já fazemos nas casas do Maranathá e Betânia . A Paz de Jesus e o amor de Maria .

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Analu - Cristo operario e Cura Dairus disse:
13/08/2010 às 11:03

Bom dia!
Pertenço a paroquia Cristo Operario em Vila Kennedy. Estamos muitos felizes com a chegada dos irmãos aqui, concerteza isso é um presente de Deus para nossa comunidade e para nosso bairro. Tenho fé e confiança no nosso Senhor Jesus Cristo e com ajuda de Clara e Francisco de Assis que voçês chegaram para fazer a diferença, que vidas irão ser resgatadas, transformadas , reerguida e o que eu desejo que todos que chegarem a ti tenha uma experiencia com Cristo Ressucitado. Estamos Juntos irmãos formando uma só familia.
Amém

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