GERAÇÃO DO CLIC x GERAÇÃO DA CRUZ
Apesar de o título parecer até meio engraçado, as reflexões que ele nos impõe, porém, são bem sérias e com razão tem sido objeto de muitos questionamentos, dúvidas e conflitos.
Quantos pais já não ficaram sem nenhum tipo de reação, diante do comportamento imprevisível do filho ou da filha? Quantos educadores já não ficaram emudecidos diante das atitudes inconseqüentes de muitos de seus alunos? Quantos formadores eu conheci que até hoje estão sem entender, porque aquele jovem religioso, que acabou de professar os votos, simplesmente foi embora sem sequer dar-se o trabalho de dar alguma explicação.
Diante desse quadro, a única coisa que muitos de nós têm feito é somente exclamar: “Meu Deus, o que está acontecendo?”. Reação essa, cada vez mais típica de quem já tentou de todas as formas, se não aceitar, pelo menos tentar compreender o que está acontecendo.
De tanto bater-cabeça para compreender o perfil que compõe a geração atual, chamada academicamente de pós-moderna, mas que eu chamo de geração do “Clic”, acabei por constatar alguns comportamentos padrões que estão presentes num significativo número dos jovens que a representa.
Afinal, o que o “clic” tem a ver com a geração atual? Tudo ou quase tudo, mas vamos por partes.
A geração do clic é extremamente IMEDIATISTA, assim como aquele clic que você dá no mouse quando está usando o computador, sobretudo, quando está navegando pela internet.
Basta um simples clic e rapidamente tudo o que você quer, aparece na telinha do computador. Em questão de segundos, pode-se ir do planeta terra ao planeta mais remoto do universo; da montanha mais alta ao mais profundo dos oceanos; de uma região gélida ao mais escaldante deserto; dum bate papo espiritual a um bate papo picante; do céu ao inferno. Não existem barreiras intransponíveis para o poderoso clic.
Assim também é o jovem dessa geração. Ele acha que todas as coisas na vida real podem ser resolvidas da mesma forma. Basta um clic e tudo está feito. Para ele, tudo deve ser solucionado “a lá banda larga” ou “a lá speed”. O problema, é que a maior parte das coisas que compõem a nossa vida, não podem ser resolvidas apenas com um clic.
Quando isso acontece, e sempre acontece, o nosso jovem se aborrece e simplesmente desiste. Cai fora e parte numa boa para outra “clicada”, sem nenhum tipo de problema na consciência, pois essa fica para nós.
A geração do clic é extremamente HEDONISTA. Só encontra motivação para aquelas coisas que dão prazer rápido e fácil. Tem pavor a tudo aquilo que possa exigir qualquer tipo de sacrifício. No dizer de muitos jovens, é o famoso axioma do “eu quero mais é beijar na boca e ser feliz”.
A busca pelo prazer e pela felicidade é tão absurda que não se está “nem aí” para as conseqüências que isso possa acarretar na vida de outras pessoas. Movida basicamente pelo próprio desejo de BEM-ESTAR, passa por cima dos sentimentos alheios e com toda insensibilidade deixa para trás, pessoas que apostaram suas vidas e nutriram expectativas em torno dos relacionamentos que foram sendo construídos.
Somada a essa característica, está outra que lhe é bem próxima, que é a de ser extremamente INCONSEQUENTE. A lei que a move é a do “curta aqui e agora, o amanhã que se dane”. A realização limita-se as sensações experimentadas no momento presente, não se importando em nada para com aquilo que possua valor definitivo e que exige tempo e esforço para ser construído.
Já que para o clic não há limites, regras ou ritos complicados, essa geração tornou-se também PRECOCE em absolutamente tudo. Certas experiências que exigiriam o mínimo de maturidade e integração consigo mesmo, foram totalmente atomizadas em nome do “eu faço o que quero, pois a vida é minha e eu não tenho que dar satisfação dela a ninguém”.
O resultado disso, só poderia desembocar numa estrutura de personalidade totalmente FRAGMENTADA. Vive-se em função do momento e dos padrões que este determina. Como o clic que acessa tudo aleatoriamente, mas sem nada aprofundar.
Além dessa fragmentação, esse modelo de sociedade tem gerado também seres interiormente DESINTEGRADOS. A impressão que tenho, dada a partir do meu contato diário com jovens, é que não há uma harmonia interior entre aqueles diversos aspectos que nos faz humanos. O emocional vai para um lado, enquanto a afetividade vai para o outro. O mesmo acontece com a razão, a sexualidade, os desejos, etc.
A geração do clic é também profundamente INSATISFEITA. Assim como o clic que está sempre procurando algo de novo, ela está sempre à procura de novas sensações e se aborrece facilmente se tem que fazer as mesmas coisas todos os dias.
Ligado a isso, ou mesmo como conseqüência disso, está o fato de que essa geração tem uma enorme dificuldade para fazer opções que sejam para sempre. Tudo é muito TEMPORÁRIO. Já se casa pensando na separação. Se professa os votos religiosos pensando na sua anulação. Para muitos jovens dessa geração, já não há mais aquela opção fundamental em torno da qual toda a vida é ordenada e ganha seu pleno sentido.
Você que está lendo esse texto poderia a essas alturas se perguntar? Mas afinal de contas, não tem nada de bom nessa geração? É claro que tem, e quem sabe isso mereça outro texto futuramente.
Meu objetivo aqui, porém, é somente o de evidenciar um certo tipo de comportamento humano que está sendo produzido por uma sociedade marcada excessivamente pela cultura das facilidades, da lei do menor esforço e do “eu quero mais é ser feliz e o resto que se dane”.
Quanto à geração da Cruz, começaria dizendo que essa não caiu do céu e nem tampouco veio de um outro planeta. Sua origem se encontra profundamente ligada à geração do clic. Na verdade é a geração do clic, só que profundamente transformada pelo encontro com o Crucificado.
É a geração daqueles que ouvindo o chamado do Jovem Galileu “Se alguém quiser me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e Me siga” (Mt 16,24), decidiram deixar tudo e todos e abraçados a Cruz, Segui-lo.
Vejamos detalhadamente no que consiste esse convite e, quais as grandes rupturas que causará sobre aqueles que o aceitam.
Se alguém quiser me seguir: Uma melhor tradução seria “se alguém quer vir após mim”. Essa tradução além de ser mais fiel ao texto original, nos ajuda a entender melhor o que está por trás do convite que Jesus faz para quem quer ser seu discípulo.
No rabinato judaico, todo jovem que desejasse tornar-se um Rabi, deveria deixar a casa de seus pais e ir morar com um mestre que tinha o dever de lhe ensinar não só a compreender a Lei, como também, ensinar-lhe com a sua própria vida, como vivê-la.
Para isso, o jovem discípulo deveria estar sempre prestando atenção em tudo àquilo que seu mestre fazia. Na prática, ele deveria estar sempre “atrás” de seu mestre. Em síntese, o método pedagógico usado pelo mestre para formar seus discípulos, consistiria justamente nisso: “Estejam sempre um passo atrás de mim, observando tudo o que eu faço”. Depois de o mestre ter ensinado todas as lições que sabia ao seu discípulo, ele se tornaria também um mestre.
Quando Jesus chamou seus discípulos, era isso que Ele tinha em sua mente. Quem quisesse ser seu discípulo, deveria estar sempre atrás d’Ele. Diferente, porém, do rabinato judaico, no rabinato de Jesus o discípulo seria eternamente discípulo. Nunca iria à frente para não se perder ou querer ser seu próprio guia, nem tampouco ao lado do Mestre para não ser confundido com Ele, mas sempre atrás como alguém que durante toda a vida, teria algo a aprender com Ele.
A primeira exigência para aqueles que querem fazer parte da geração da Cruz é saber que o seguimento a Jesus é por toda a vida, e quem sabe não seja esse, o primeiro obstáculo diante do qual muitos jovens desistem.
Acostumados a querer tudo para “ontem”, ou para “já”, não estão dispostos a fazerem esse longo percurso. Acostumados ao clic do computador, do controle remoto da televisão (VHF ou a plasma), do som stereo, do DVD, do play-station, do controle do carro (conversível ou do que ele brincava quando era criança), do portão automático da garagem, da máquina de passar o cartão de crédito, de marcar o ponto no trabalho, na faculdade, no metrô, no ônibus, etc, muitos de nossos jovens simplesmente desistirão da caminhada por a acharem longa demais, ou se cansarão por a considerarem demasiadamente exaustiva, ou quem sabe se aborrecerão por ser muito repetitiva.
Quem quer ser da geração da Cruz, vai ter que aprender a viver da eternidade e não das novidades frenéticas de um mundo que muda instantaneamente. Vai ter que aprender a não viver de modismos, mas da “Palavra que não passa” (Lc 21,33). Vai ter que aprender que nessa jornada não há escadas rolantes e nem elevadores, mas que a cada dia se sobe degrau por degrau e que a beleza dessa vida está justamente na capacidade de fazer do cotidiano e das coisas consideradas mais banais, a sua própria razão de ser. Vai ter que aprender que discípulo temporário não serve para o Reino, pois quem põe a mão no arado e olha para trás não é digno de ser discípulo (Lc 9,62); nem tampouco quem quer um “evangelho de facilidades” (Jo 6, 60-66) ou menos ainda quem com o passar do tempo não consegue permanecer n’Ele (Jo 15, 9)
Quem faz parte da geração da Cruz aprendeu a contemplar a beleza e o mistério da vida escondida que o Mestre viveu durante trinta anos na esquecida Nazaré.
Quem faz parte da geração da Cruz recusou-se a viver a loucura dos tempos modernos, onde todos vivem com o corpo num lugar e a cabeça noutro, pois a sensação que se tem, é a de que sempre se está correndo contra o tempo. Já não se tem mais tempo para “olhar as aves do céu e nem os lírios do campo” (Mt 6, 26-28), nem tampouco para compadecer-se do sofrimento das multidões que estão como “ovelhas sem pastor” (Mt 9, 36).
Ir após o Mestre, todos os dias, eis a vida daqueles que se decidiram pela Cruz.
Renuncie a si mesmo: Faria aqui a mesma observação que fiz no primeiro enunciado. A melhor tradução seria “negue-se a si mesmo”.
Na prática, e indo direto ao ponto, “negar-se a si mesmo” é dizer NÃO a todos aqueles padrões de comportamentos que compõem a Geração do Clic. Pelo destaque que foi dado ao NÃO, já podemos imaginar quão exigente será a vida de quem se decidiu pelo Crucificado.
O ponto de partida para essa Vida Nova vem dos lábios do próprio Jesus, quando iniciando sua vida pública, começou a gritar por todos os lugares por onde passava “convertam-se” (Mt 4,17). Na língua original em que foi escrito o Novo Testamento – o grego – nós vamos encontrar a palavra “metanoian”, cujo sentido remete-nos a uma “mudança de mentalidade” como nos sugere a tradução literal das duas palavras que a compõe: Meta = além e Nous = idéia.
Conversão é justamente isso! Ir além das idéias já concebidas, dos padrões adquiridos e que já possam estar até impregnados na nossa personalidade. É despojar-se do homem velho e renovar a mente e o coração, como disse o Apostolo São Paulo na sua carta aos Efésios (4,22-24).
Despojar aqui, não tem o sentido de tirar algo de si para colocar outra coisa em seu lugar, como se fosse uma troca de roupas simplesmente. Despojar aqui tem o sentido de morte. Como numa guerra quando o exército vencedor só pode repartir os despojos do inimigo quando esse tiver sido derrotado. É aquele perder a vida, que Jesus já falava, para poder encontrá-la verdadeiramente (Mt 10,39). É desejar ser derrotado e despojado de tudo, para que o Cristo seja o único vencedor. É deixar-se conquistar por Ele.
Na lápide de cada um daqueles que um dia compuseram as fileiras da Geração da Cruz, deverá estar escrito com letras do seu próprio sangue: “AQUI JAZ O HOMEM VELHO que queria tudo ao seu tempo, que pensava unicamente no seu próprio prazer e bem estar pessoal; que não estava nem aí para os outros, pois só pensava em si mesmo; que achava que a vida era só o “curtir aqui e agora” ; que vivia sempre em busca de novas sensações e por isso com facilidade se aborrecia de tudo que fosse exigente e que requeresse muito tempo e, NA ETERNIDADE VIVE O HOMEM NOVO que tudo deixou para O servir; que guardou Sua Palavra; que suportou todos os opróbrios e perseguições; que chorou como qualquer ser humano; que teve medos e dúvidas, mas que permaneceu até o fim, mesmo quando muitos desistiram, até mesmo os que lhes eram íntimos”.
Morrer para Viver! Eis o lema da Geração daqueles que renunciaram suas vidas por amor ao Crucificado. “Em verdade, em verdade vos digo se o grão de trigo, caído na terra, não morrer, fica só: se morrer produz muito fruto. Quem ama a sua vida, perdê-la-á; mas quem odeia sua vida neste mundo, conservá-la-á para a vida eterna” (Jo 12, 24-25).
Tome a sua Cruz; Para compreendermos bem o sentido dessa colocação feita por Jesus, precisamos voltar uns versículos acima desse mesmo capítulo.
No versículo 21 Jesus expõe a cada um dos seus discípulos o que estava para lhe acontecer em Jerusalém. Apenas seis meses lhe separava da horrenda morte de cruz e Ele precisava preparar seus discípulos para essa prova tão dura pela qual eles teriam que passar. Pedro, ao ouvir o que Jesus lhes revelara, toma-O a parte e começa a repreendê-lo dizendo: “Tenha Deus compaixão de ti, Senhor; isso de modo algum te acontecerá” (v.22).
A reação de Jesus é instantânea e ao mesmo tempo dura contra aquilo que Pedro havia Lhe dito, dizendo que aquele tipo de pensamento não provinha de Deus, mas dos homens (v.23).
Dito isso, podemos agora compreender claramente o que Jesus quis dizer, quando apresentou a Cruz como parte inerente do seu chamado.
Na concepção de Pedro, não havia como associar a figura do Messias à figura do Servo Sofredor. Para ele, Jesus seria aquele que iria libertar Israel usando do seu poder de Messias, nem que para isso tivesse que eliminar todos aqueles que se opusessem aos seus planos. Essa não era uma concepção exclusiva de Pedro, era uma concepção corrente na mentalidade de qualquer judeu.
De maneira geral, até hoje procuramos fugir do sofrimento, pois não vemos nele senão um grande e terrível castigo que não tem nada de bom para nos oferecer.
Infelizmente o sentido estético que demos a Cruz, diminui muito o seu sentido original. Hoje encontramos “cruzes” em todo e qualquer lugar: nos escritórios, nos tribunais, nas salas de aulas; como objeto de decoração ou como adereços para serem colocados nos pescoços, nas orelhas, nos braços; como símbolos usados por alguns movimentos urbanos como os panks, os metaleiros, os góticos, etc. Mas os discípulos de Jesus sabiam o que significava “carregar a sua cruz”. Eles já tinham presenciado não poucas vezes, homens condenados, levando suas cruzes para o lugar onde seriam executados. Estava bem presente em suas mentes, o suplício agonizante daqueles que morreram de forma tão cruel, assim como, daqueles que perderam seus familiares de tal forma. Verdadeiramente a Cruz não tinha nada de romântico para eles.
Quem sabe aqui está outro motivo pelo qual muitos jovens desertam das fileiras da Santa Cruz.
A geração de hoje tem um verdadeiro horror ao sofrimento e a tudo que exija sacrifício. Pelo menos no que se refere às coisas de Deus. Muitos dos que se escandalizam quando lêem coisas iguais as que foram escritas aqui, não medem esforços ou sacrifícios para submeterem o corpo aos piores tipos de intervenções.
Para assegurar um determinado padrão de beleza, se submetem a diversas e penosas cirurgias plásticas, a exigentes métodos de emagrecimentos, a pesados exercícios físicos, a passarem horas e horas dentro de aparelhos que provocam um intenso calor para queimar calorias ou dar um bronzeado artificial.
Para acompanhar o que está na moda, como os piercings, por exemplo, perfuram a sangue frio, partes do corpo (orelhas, nariz, língua, pálpebras, umbigo) ou se submetem a longas sessões de tatuagem ou ainda modificam o próprio corpo introduzindo todo tipo de objeto por baixo da pele (The body modification). Até para alisar os cabelos, agüenta-se a toxina do formol e a violência das escovas.
Pela beleza, pela moda, pela estética, todo sacrifício e sofrimento são válidos, menos aquele que é para Deus. Esse é taxado de loucura, de radicalismo, de fanatismo, de comportamento obsoleto e medieval. Como se Deus merecesse menos que nossa aparência estética e nossos modismos passageiros.
Não pode haver discipulado sem a Cruz! Não pode haver cristianismo sem a Cruz! Como nos indagava Paulo VI: “O que seria de um Evangelho, de um cristianismo sem a Cruz, sem a dor, sem o sacrifício da dor? Seria um Evangelho, um cristianismo sem redenção” (Alocução, 24.03.1967). Por isso é que Ele não desceu da Cruz quando seus algozes gritavam: “Se és Filho de Deus, desce da Cruz!” (Mt 27,39).
Quem quiser fazer parte da geração da Cruz, deve saber que carregar a Cruz equivale a estar crucificado nela, assim como fez São Paulo: “Estou pregado à Cruz de Cristo. Eu vivo, mas não sou eu: é Cristo que vive em mim. A minha vida presente na carne, eu a vivo na fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” (Gl 2,19b-20).
Queres seguir a Jesus, jovem? Então o caminho a seguir é o caminho da Cruz! Queres seguir a Jesus, jovem? Então entende que há um custo altíssimo envolvido nessa decisão; tua própria vida, cada dia (Lc 9,23) e para sempre, até que Ele se torne “tudo para ti” e tu “todo para Ele”.
E siga-me: Enfim, só poderá seguir o Mestre e pertencer à geração da Cruz, quem tiver aceitado o convite por completo: Vir após Ele, negar-se a si mesmo e tomar sua Cruz.
Creio eu, que depois de todas essas colocações, só existem dois a caminhos a seguir: o do jovem rico que ouvindo essas palavras, foi embora muito triste (Mt 19, 22) ou, o do jovem João que permaneceu junto ao Mestre, aos pés de sua Cruz (Jo 19, 26).
Dois caminhos. Duas gerações. Decida-se!
Pe. Gilson Sobreiro
Fundador da Fraternidade O Caminho
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1 comentário para "GERAÇÃO DO CLIC x GERAÇÃO DA CRUZ"
Pe. Gilson, gostei muito do GERAÇÃO DO CLIC x GERAÇÃO DA CRUZ.
Bom eu sou da GERAÇÃP DA CRUZ, e não vejo a hora de estar com vcs.
O que eu queri mesmo era vê-lo, poder conhecê-lo, e ter um dia para conversar com o senhor, espero que venha aqui em Teixeira de Freitas.
Abraços, gostei de aprender sobre ambas as Gerações, e agora vi que sou mesmo da CRUZ.
AVISO:
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