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	<title>Fraternidade O Caminho - Jesus todo, todo de Jesus. &#187; roberta</title>
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		<title>Santa Veridiana</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 10:00:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No primeiro dia de fevereiro de 1242, de repente, todos os sinos do Castelfiorentino em Florença, Itália, começaram a repicar simultaneamente. Quando os moradores constataram que tocavam sozinhos, sem que ninguém os manuseassem, tudo ficou claro, porque eles anunciavam a morte de Veridiana. Nasceu em 1182, ali mesmo nos arredores da cidade que amou e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No primeiro dia de fevereiro de 1242, de repente, todos os sinos do Castelfiorentino em Florença, Itália, começaram a repicar simultaneamente. Quando os moradores constataram que tocavam sozinhos, sem que ninguém os manuseassem, tudo ficou claro, porque eles anunciavam a morte de Veridiana.</p>
<p>Nasceu em 1182, ali mesmo nos arredores da cidade que amou e onde viveu quase toda sua existência, só que enclausurada numa minúscula cela, de livre e espontânea vontade. Pertencente a uma família nobre e rica, os Attavanti, Veridiana levou uma vida santa, que ficou conhecida muito além das fronteiras de sua terra; e que lhe valeu inclusive a visita em pessoa, de seu contemporâneo Francisco de Assis, que a abençoou e admitiu na Ordem Terceira, em 1221.</p>
<p>A fortuna da família, embora em certa decadência, Veridiana sempre utilizou em favor dos pobres. Um dos prodígios atribuídos à ela, mostra bem o tamanho de sua caridade. Consta que certa vez um dos seus tios, muito rico, deixou à seus cuidados grande parte de seus bens, que eram as colheitas de suas terras.</p>
<p>A cidade atravessava uma época terrível de carestia e fome, seu tio nem pensou em auxiliar os necessitados, era um mercador e como tal aproveitando-se da miséria reinante. Durante algum tempo procurou vender grande parte desses víveres, o que conseguiu por um preço elevado, obtendo grande lucro. Mas, ao levar o comprador para retirar o material vendido, levou um susto, suas despensas estavam completamente vazias. Veridiana tinha distribuído tudo aos pobres</p>
<p>O tio comerciante ficou furioso, pediu um prazo de 24 horas ao comprador e ordenou a Veridiana que solucionasse o problema, já que fora a causadora dele. No dia seguinte, na hora marcada, as despensas estavam novamente cheias, e o negócio pode se concretizar.</p>
<p>Veridiana após uma peregrinação ao túmulo de Tiago em Compostela, Espanha, diga-se um centro de peregrinação tão requisitado quanto Roma o é pelos túmulos de São Pedro e São Paulo, ao retornar se decidiu pela vida religiosa e reclusa. Para que não se afastasse da cidade, seus amigos e parentes construíram então uma pequena e desconfortável cela, próxima ao Oratório de Santo Antônio, onde ela viveu 34 anos de penitência e solidão. A cela possuía uma única e mínima janela, por onde ela assistia à missa e recebia suas raras visitas e refeições, também minúsculas, suficientes apenas para que não morresse de fome.</p>
<p>O culto de Santa Veridiana foi aprovado pelo papa Clemente VII no ano de 1533. Ela também se tornou protetora do presídio feminino de Florença e, sua devoção ainda é muito popular na região da Toscana, na Itália</p>
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		<title>Evangelho (Marcos 5,21-43)</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:36:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[— O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 21Jesus atravessou de novo, numa barca, para a outra margem. Uma numerosa multidão se reuniu junto dele, e Jesus ficou na praia. 22Aproximou-se, então, um dos chefes da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tx">
<div align="justify">
— O Senhor esteja convosco.<br />
<strong>— Ele está no meio de nós.</strong><br />
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.<br />
<strong>— Glória a vós, Senhor.</strong></p>
<p>Naquele tempo, <sup>21</sup>Jesus atravessou de novo, numa barca, para a outra margem. Uma numerosa multidão se reuniu junto dele, e Jesus ficou na praia. <sup>22</sup>Aproximou-se, então, um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Quando viu Jesus, caiu a seus pés, <sup>23</sup>e pediu com insistência: “Minha filhinha está nas últimas. Vem e põe as mãos sobre ela, para que ela sare e viva!”<br />
<sup>24</sup>Jesus então o acompanhou. Numerosa multidão o seguia e comprimia. <sup>25</sup>Ora, achava-se ali uma mulher que, há doze anos, estava com hemorragia; <sup>26</sup>tinha sofrido nas mãos de muitos médicos, gastou tudo o que possuía, e, em vez de melhorar, piorava cada vez mais.<br />
<sup>27</sup>Tendo ouvido falar de Jesus, aproximou-se dele por detrás, no meio da multidão, e tocou na sua roupa. <sup>28</sup>Ela pensava: “Se eu ao menos tocar na roupa dele, ficarei curada”. <sup>29</sup>A hemorragia parou imediatamente, e a mulher sentiu dentro de si que estava curada da doença. <sup>30</sup>Jesus logo percebeu que uma força tinha saído dele. E, voltando-se no meio da multidão, perguntou: “Quem tocou na minha roupa?” <sup>31</sup>Os discípulos disseram: “Estás vendo a multidão que te comprime e ainda perguntas: ‘Quem me tocou’?”<br />
<sup>32</sup>Ele, porém, olhava ao redor para ver quem havia feito aquilo. <sup>33</sup>A mulher, cheia de medo e tremendo, percebendo o que lhe havia acontecido, veio e caiu aos pés de Jesus, e contou-lhe toda a verdade. <sup>34</sup>Ele lhe disse: “Filha, a tua fé te curou. Vai em paz e fica curada dessa doença”.<br />
<sup>35</sup>Ele estava ainda falando, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, e disseram a Jairo: “Tua filha morreu. Por que ainda incomodar o mestre?” <sup>36</sup>Jesus ouviu a notícia e disse ao chefe da sinagoga: “Não tenhas medo. Basta ter fé!” <sup>37</sup>E não deixou que ninguém o acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e seu irmão João. <sup>38</sup>Quando chegaram à casa do chefe da sinagoga, Jesus viu a confusão e como estavam chorando e gritando.<br />
<sup>39</sup>Então, ele entrou e disse: “Por que essa confusão e esse choro? A criança não morreu, mas está dormindo”. <sup>40</sup>Começaram então a caçoar dele. Mas, ele mandou que todos saíssem, menos o pai e a mãe da menina, e os três discípulos que o acompanhavam. Depois entraram no quarto onde estava a criança. <sup>41</sup>Jesus pegou na mão da menina e disse: “Talitá cum” — que quer dizer: “Menina, levanta-te!” <sup>42</sup>Ela levantou-se imediatamente e começou a andar, pois tinha doze anos. E todos ficaram admirados. <sup>43</sup>Ele recomendou com insistência que ninguém ficasse sabendo daquilo. E mandou dar de comer à menina.</p>
<p>- Palavra da Salvação.<br />
<strong>- Glória a vós, Senhor.</strong></p>
</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Santo João Bosco</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>roberta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[João Melquior Bosco, nasceu no dia 16 de agosto de 1815, numa família católica de humildes camponeses em Castelnuovo d&#8217;Asti, no norte da Itália, perto de Turim. Órfão de pai aos dois de idade, cresceu cercado do carinho da mãe, Margarida, e amparo dos irmãos. Recebeu uma sólida formação humana e religiosa, mas a instrução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João Melquior Bosco, nasceu no dia 16 de agosto de 1815, numa família católica de humildes camponeses em Castelnuovo d&#8217;Asti, no norte da Itália, perto de Turim. Órfão de pai aos dois de idade, cresceu cercado do carinho da mãe, Margarida, e amparo dos irmãos. Recebeu uma sólida formação humana e religiosa, mas a instrução básica ficou prejudicada, pois a família precisava de sua ajuda na lida do campo.</p>
<p>Aos nove anos, teve um sonho que marcou a sua vida. Nossa Senhora o conduzia junto a um grupo de rapazes desordeiros que o destratava. João queria reagir, mas a Senhora lhe disse: &#8220;Não com pancadas e sim com amor. Torna-te forte, humilde e robusto. À seu tempo tudo compreenderás&#8221;. Nesta ocasião decidiu dedicar sua vida a Cristo e a Mãe Maria; quis se tornar padre. Com sacrifício, ajudado pelos vizinhos e orientado pela família, entrou no seminário salesiano de Chieri, daquela diocese.</p>
<p>Inteligente e dedicado, João trabalhou como aprendiz de alfaiate, ferreiro, garçom, tipógrafo e assim, pôde se ordenar sacerdote, em 1841. Em meio à revolução industrial, aconselhado pelo seu diretor espiritual, padre Cafasso, desistiu de ser missionário na Índia. Ficou em Turim, dando início ao seu apostolado da educação de crianças e jovens carentes. Este &#8220;produto da era da industrialização&#8221;, se tornou a matéria prima de sua Obra e vida.</p>
<p>Neste mesmo ano, criou o Oratório de Dom Bosco, onde os jovens recebiam instrução, formação religiosa, alimentação, tendo apoio e acompanhamento até a colocação em um emprego digno. Depois, sentiu necessidade de recolher os meninos em internatos-escola, em seguida implantou em toda a Obra as escolas profissionais, com as oficinas de alfaiate, encadernação, marcenaria, tipografia e mecânica, repostas às necessidades da época. Para mestres das oficinas, inventou um novo tipo de religioso: o coadjutor salesiano.</p>
<p>Em 1859, ele reuniu esse primeiro grupo de jovens educadores no Oratório, fundando a Congregação dos Salesianos. Nos anos seguintes, Dom Bosco criou o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora e os Cooperadores Salesianos. Construiu, em Turim, a basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, e fundou sessenta casas salesianas em seis países. Abriu as missões na América Latina. Publicou as Leituras Católicas para o povo mais simples.</p>
<p>Dom Bosco agia rápido, acompanhou a ação do seu tempo e viveu o modo de educar, que passou à humanidade como referência de ensino chamando-o de &#8220;Sistema Preventivo de Formação&#8221;. Não esqueceu do seu sonho de menino, mas, sobretudo compreendeu a missão que lhe investiu Nossa Senhora. Quando lhe recordavam tudo o que fizera, respondia com um sorriso sereno: &#8220;Eu não fiz nada. Foi Nossa Senhora quem tudo fez&#8221;.</p>
<p>Morreu no dia 31 de janeiro de 1888. Foi beatificado em 1929 e canonizado por Pio XI em 1934. São João Bosco, foi proclamado &#8220;modelo por excelência&#8221; para sacerdotes e educadores. Ecumênico, era amigo de todos os povos, estimado em todas as religiões, amado por pobres e ricos; escreveu: &#8220;Reprovemos os erros, mas respeitemos as pessoas&#8221; e se fez , ele próprio, o exemplo perfeito desta máxima.</p>
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		<title>Evangelho (Marcos 5,1-20)</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 10:35:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[— O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 1Jesus e seus discípulos chegaram à outra margem do mar, na região dos gerasenos. 2Logo que saiu da barca, um homem possuído por um espírito impuro, saindo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tx">
<div align="justify">— O Senhor esteja convosco.<br />
<strong>— Ele está no meio de nós.</strong><br />
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.<br />
<strong>— Glória a vós, Senhor.</strong></p>
<p>Naquele tempo, <sup>1</sup>Jesus e seus discípulos chegaram à outra margem do mar, na região dos gerasenos. <sup>2</sup>Logo que saiu da barca, um homem possuído por um espírito impuro, saindo de um cemitério, foi a seu encontro.<br />
<sup>3</sup>Esse homem morava no meio dos túmulos e ninguém conseguia amarrá-lo, nem mesmo com correntes. <sup>4</sup>Muitas vezes tinha sido amarrado com algemas e correntes, mas ele arrebentava as correntes e quebrava as algemas. E ninguém era capaz de dominá-lo.<br />
<sup>5</sup>Dia e noite ele vagava entre os túmulos e pelos montes, gritando e ferindo-se com pedras. <sup>6</sup>Vendo Jesus de longe, o endemoninhado correu, caiu de joelhos diante dele <sup>7</sup>e gritou bem alto: “Que tens a ver comigo, Jesus, Filho do Deus altíssimo? Eu te conjuro por Deus, não me atormentes! <sup>8</sup>Com efeito, Jesus lhe dizia: “Espírito impuro, sai desse homem!” <sup>9</sup>Então Jesus perguntou: “Qual é o teu nome?” O homem respondeu: “Meu nome é ‘Legião’, porque somos muitos”. <sup>10</sup>E pedia com insistência para que Jesus não o expulsasse da região.<br />
<sup>11</sup>Havia aí perto uma grande manada de porcos, pastando na montanha. <sup>12</sup>O espírito impuro suplicou, então: “Manda-nos para os porcos, para que entremos neles”. <sup>13</sup>Jesus permitiu. Os espíritos impuros saíram do homem e entraram nos porcos. E toda a manada — mais ou menos uns dois mil porcos — atirou-se monte abaixo para dentro do mar, onde se afogou. <sup>14</sup>Os homens que guardavam os porcos saíram correndo e espalharam a notícia na cidade e nos campos. E as pessoas foram ver o que havia acontecido. <sup>15</sup>Elas foram até Jesus e viram o endemoninhado sentado, vestido e no seu perfeito juízo, aquele mesmo que antes estava possuído por Legião. E ficaram com medo.<br />
<sup>16</sup>Os que tinham presenciado o fato explicaram-lhes o que havia acontecido com o endemoninhado e com os porcos. <sup>17</sup>Então começaram a pedir que Jesus fosse embora da região deles. <sup>18</sup>Enquanto Jesus entrava de novo na barca, o homem que tinha sido endemoninhado pediu-lhe que o deixasse ficar com ele. <sup>19</sup>Jesus, porém, não permitiu. Entretanto, lhe disse: “Vai para casa, para junto dos teus e anuncia-lhes tudo o que o Senhor, em sua misericórdia, fez por ti”. <sup>20</sup>E o homem foi embora e começou a pregar na Decápole tudo o que Jesus tinha feito por ele. E todos ficavam admirados.</p>
<p>- Palavra da Salvação.<br />
<strong>- Glória a vós, Senhor.</strong></p>
</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Santa Martinha</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 10:00:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O pai de Martinha era um homem público, eleito três vezes cônsul de Roma. Ele pertencia a nobreza, era muito rico e cristão. Quando a menina nasceu, no começo do século III, o acontecimento foi amplamente divulgado na corte, entre o povo e pelos cristãos, pois a pequena logo foi batizada. Martinha cresceu em meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O pai de Martinha era um homem público, eleito três vezes cônsul de Roma. Ele pertencia a nobreza, era muito rico e cristão. Quando a menina nasceu, no começo do século III, o acontecimento foi amplamente divulgado na corte, entre o povo e pelos cristãos, pois a pequena logo foi batizada.</p>
<p align="justify">
Martinha cresceu em meio à essa popularidade, muito caridosa, alegre e uma devota fiel ao amor de Jesus Cristo. Com a morte de seu pai a jovem recebeu de herança duas fortunas: uma material, composta de bens valiosos e a outra espiritual, pois foi educada dentro dos preceitos do cristianismo. A primeira, ela dividiu com os necessitados assim que tomou posse da herança. A segunda, foi empregada com humildade e disciplina, na sua rotina diária de diácona da Igreja, na sua cidade natal.</p>
<p>Desde o ano 222, o imperador romano era Alexandre Severo, que expediu um decreto mandando prender os cristãos para serem julgados e no caso de condenação seriam executados. Chamado para julgar o primeiro grupo de presos acusados de praticar o cristianismo, o imperador se surpreendeu ao ver que Martinha estava entre eles e tentou afastá-la dos seus irmãos em Cristo. Mas ela reafirmou sua posição de católica e exigiu ter o mesmo fim dos companheiros. A partir deste momento começaram os sucessivos fatos prodigiosos que culminaram com um grande tremor de terra.</p>
<p>Primeiro, Alexandre mandou que fosse açoitada. Mas a pureza e a força com que rezou, ao se entregar à execução, comoveram seus carrascos e muitos foram tocados pela fé. Tanto que, ninguém teve coragem de flagelar a jovem. O imperador mandou então que ela fosse jogada às feras, mas os leões não a atacaram. Condenada à fogueira, as chamas não a queimaram. Martinha foi então decapitada. No exato instante de sua a execução a tradição narra que um forte terremoto sacudiu toda cidade de Roma.</p>
<p>O relato do seu testemunho correu rápido por todas as regiões do Império, que logo atribuiu à santidade de Martinha, todos os prodígios ocorridos durante a sua tortura assim como o terremoto, ocasionando um cem número de converções.</p>
<p>No século IV, o papa Honório mandou erguer a conhecida igreja do Foro, em Roma, para ser dedicada à ela, dando novo impulso ao seu culto por mais quatrocentos anos. Depois, as relíquias de Santa Martinha ficaram soterradas e sua celebração um pouco abandonada, durante um certo período obscuro vivido pelo Cristianismo.</p>
<p>Passados mais quinhentos anos, ou melhor catorze séculos após seu martírio, quando era papa, o dinâmico Urbano VIII, muito empenhado na grande contra-reforma católica e disposto a conduzir o projeto de reconstrução das igrejas. Começou pela igreja do Foro, onde as relíquias de Santa Martinha foram reencontradas. Nesta ocasião, proclamou Santa Martinha padroeira dos romanos e ainda compôs hinos em louvor à ela, inspirado na vida imaculada, da caridade exemplar e do seu corajoso testemunho a Cristo.</p>
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		<title>Evangelho (Marcos 1,21-28)</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 10:34:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Liturgia diária]]></category>

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		<description><![CDATA[— O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos. — Glória a vós, Senhor. 21Na cidade de Cafarnaum, num dia de sábado, Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. 22Todos ficavam admirados com o seu ensinamento, pois ensinava como quem tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>— O Senhor esteja convosco.<br />
<strong>— Ele está no meio de nós.</strong><br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.<br />
<strong>— Glória a vós, Senhor.</strong></p>
<p><sup>21</sup>Na cidade de Cafarnaum, num dia de sábado, Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar.<br />
<sup>22</sup>Todos ficavam admirados com o seu ensinamento, pois ensinava como quem tem autoridade, não como os mestres da Lei.<br />
<sup>23</sup>Estava então na sinagoga um homem possuído por um espírito mau. Ele gritou: <sup>24</sup>“Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus”.<br />
<sup>25</sup>Jesus o intimou: “Cala-te e sai dele!”<br />
<sup>26</sup>Então o espírito mau sacudiu o homem com violência, deu um grande grito e saiu.<br />
<sup>27</sup>E todos ficaram muito espantados e perguntavam uns aos outros: “O que é isto? Um ensinamento novo dado com autoridade: Ele manda até nos espíritos maus, e eles obedecem!”<br />
<sup>28</sup>E a fama de Jesus logo se espalhou por toda a parte, em toda a região da Galileia.</p>
<p>- Palavra da Salvação.<br />
<strong>- Glória a vós, Senhor.</strong></p>
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		<title>Santo Valério de Treviri</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 10:00:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Santo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta data as homenagens da Igreja estão voltadas para dois santos com o mesmo nome, Valério e ambos bispos, mas viveram em séculos bem distantes. O primeiro a ser canonizado, foi o da diocese de Treviri. O segundo foi o de Ravena, que pode ser encontrado na outra página. Uma tradição muito antiga nos conta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta data as homenagens da Igreja estão voltadas para dois santos com o mesmo nome, Valério e ambos bispos, mas viveram em séculos bem distantes. O primeiro a ser canonizado, foi o da diocese de Treviri. O segundo foi o de Ravena, que pode ser encontrado na outra página.</p>
<p align="justify">
Uma tradição muito antiga nos conta que o bispo de Treviri, chamado Valério, foi discípulo do apóstolo Pedro. Este o teria consagrado bispo e enviado para evangelizar a população da Alemanha. Mas, isto não ocorreu, São Pedro testemunhou a fé pelo menos dois séculos antes.</p>
<p>Entretanto, Valério realmente foi o bispo de Treviri e prestou um relevante trabalho de evangelização para a Igreja de Roma. Primeiro auxiliando Eucario, que foi o primeiro bispo desta diocese e depois colaborando com Materno, seu contemporâneo; os quais foram incluídos no Livro dos Santos, como grandes apóstolos da Alemanha.</p>
<p>Nos registros posteriores, revistos pelo Vaticano no final do primeiro milênio, onde foram narrados os motivos da santidade dos religiosos até então, encontramos o seguinte, sobre Valério: &#8220;converteu multidões de pagãos e operou milagres singelos e expressivos&#8221;. Talvez o mais significativo, tenha sido quando Valério, trouxe de volta a vida do companheiro Materno com o simples toque do seu bastão episcopal. Depois, o outro companheiro de missão, que já havia falecido, Eucario, o teria avisado em sonho que no dia 29 de janeiro ele seria recebido no Reino de Deus. Valério morreu neste dia de um ano ignorado, no início do século IV.</p>
<p>A fama de sua santidade aumentou com a sua morte e os devotos procuravam a sua sepultura para agradecer ou pedir a sua intercessão. O culto se intensificou com a construção de muitas igrejas dedicadas a São Valério, principalmente entre os povos de língua germânica. Muitas cidades o elegeram como seu padroeiro. As suas relíquias, conservadas numa urna de prata, se encontram na basílica de São Matias, na cidade de Treviri, atualmente chamada de Tries, na Alemanha. A festa litúrgica ocorre no dia de sua morte.</p>
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		<title>Evangelho (Marcos 4,35-41)</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 10:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>roberta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho]]></category>
		<category><![CDATA[Liturgia diária]]></category>

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		<description><![CDATA[— O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos. — Glória a vós, Senhor. 35Naquele dia, ao cair da tarde, Jesus disse a seus discípulos: “Vamos para a outra margem!” 36Eles despediram a multidão e levaram Jesus consigo, assim como estava na barca. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>— O Senhor esteja convosco.<br />
<strong>— Ele está no meio de nós.</strong><br />
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.<br />
<strong>— Glória a vós, Senhor.</strong></p>
<p><sup>35</sup>Naquele dia, ao cair da tarde, Jesus disse a seus discípulos: “Vamos para a outra margem!” <sup>36</sup>Eles despediram a multidão e levaram Jesus consigo, assim como estava na barca. Havia ainda outras barcas com ele. <sup>37</sup>Começou a soprar uma ventania muito forte e as ondas se lançavam dentro da barca, de modo que a barca já começava a se encher.<sup>38</sup>Jesus estava na parte de trás, dormindo sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e disseram: “Mestre, estamos perecendo e tu não te importas?” <sup>39</sup>Ele se levantou e ordenou ao vento e ao mar: “Silêncio! Cala-te!” O vento cessou e houve uma grande calmaria. <sup>40</sup>Então Jesus perguntou aos discípulos: “Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?” <sup>41</sup>Eles sentiram um grande medo e diziam uns aos outros: “Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?”</p>
<p>- Palavra da Salvação.<br />
<strong>- Glória a vós, Senhor.</strong></p>
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		<title>Santo Tomás D&#8217;Aquino</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 10:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>roberta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liturgia diária]]></category>
		<category><![CDATA[Santo]]></category>

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		<description><![CDATA[Doutor da Igreja, professor de teologia, filosofia e outras ciências nas principais universidades do mundo em seu tempo; frei caridoso, estudioso dos livros sagrados, sucessor na importância teórica de São Paulo e Santo Agostinho. Assim era Tomás d&#8217;Aquino, que não passou de um simples sacerdote. Muito se falou, se fala e se falará deste Santo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Doutor da Igreja, professor de teologia, filosofia e outras ciências nas principais universidades do mundo em seu tempo; frei caridoso, estudioso dos livros sagrados, sucessor na importância teórica de São Paulo e Santo Agostinho. Assim era Tomás d&#8217;Aquino, que não passou de um simples sacerdote. Muito se falou, se fala e se falará deste Santo, cuja obra perdura atualíssima ao longo dos séculos. São dezenas de escritos, poesias, cânticos e hinos até hoje lidos, recitados e cantados por cristãos de todo o mundo.</p>
<p align="justify">
Tomás nasceu em 1225, no castelo de Roccasecca, na Campânia, da família feudal italiana dos condes de Aquino. Possuía laços de sangue com as famílias reais da Itália, França, Sicília e Alemanha, esta ligada à casa de Aragão. Ingressou no mosteiro beneditino de Montecassino aos cinco anos de idade, dando início aos estudos que não pararia nunca mais. Depois, freqüentou a Universidade de Nápoles, mas, quando decidiu entrar para a Ordem de São Domingos encontrou forte resistência da família. Seus irmãos chegaram a trancá-lo num castelo por um ano, para tentar mantê-lo afastado dos conventos, mas sua mãe acabou por libertá-lo e, finalmente, Tomás pôde se entregar à religião. Tinha então dezoito anos. Não sendo por acaso a sua escolha pela Ordem de São Domingos, que trabalha para unir Ciência e Fé em favor da Humanidade. Este sempre foi seu objetivo maior.</p>
<p>Foi para Colônia e Paris estudar com o grande Santo e doutor da Igreja, Alberto Magno. Por sua mansidão e silêncio foi apelidado de &#8220;boi mudo&#8221;, por ser também, gordo, contemplativo e muito devoto. Depois se tornou conselheiro dos papas Urbano IV, Clemente IV e Gregório X, além do rei São Luiz da França. Também, lecionou em grandes universidades de Paris, Roma, Bologna e Nápoles e jamais se afastou da humildade de frei, da disciplina que cobrava tanto de si mesmo quanto dos outros e da caridade para com os pobres e doentes.</p>
<p>Grande intelectual, vivia imerso nos estudos, chegando às vezes a perder a noção do tempo e do lugar onde estava. Sua norma de vida era: &#8220;oferecer aos outros os frutos da contemplação&#8221;. Sábios e políticos tentaram muitas vezes homenageá-lo com títulos, honras e dignidades, mas Tomás sempre recusou. Escrevia e publicava obras importantíssimas, frutos de seus estudos solitários desfrutados na humildade de sua cela, aliás seu local preferido. Seus escritos são um dos maiores monumentos de filosofia e teologia católica.</p>
<p>Tomás D&#8217;Aquino morreu muito jovem, sem completar os quarenta e nove anos de idade, no mosteiro de Fossanova, a caminho do II Concílio de Lion, em 07 de março de 1274, para o qual fora convocado pelo papa Gregório X. Imediatamente colégios e universidades lhe prestaram as mais honrosas homenagens. Suas obras, a principal, mais estudada e conhecida, a &#8220;Summa Teológica&#8221;, foram a causa de sua canonização, em 1323. Disse sobre ele, nessa ocasião, o papa João XXII: &#8220;Ele fez tantos milagres, quantas proposições teológicas escreveu&#8221;. É padroeiro das escolas públicas, dos estudantes e professores.</p>
<p>No dia 28 de janeiro de 1567, o papa São Pio V lhe deu o título de &#8220;doutor da Igreja&#8221;, e logo passou a ser chamado de &#8220;doutor angélico&#8221;, pelos clérigos. Em toda a sua obra filosófica e teológica tem primazia à inteligência, estudo e oração; sendo ainda a base dos estudos na maioria dos Seminários. Para isso contou, mais recentemente, com o impulso dado pelo incentivo do papa Leão XIII, que fez reflorescer os estudos tomistas.</p>
<p>A sua festa litúrgica é celebrada no dia 28 de janeiro ou no dia 07 de março. Seus restos mortais estão em Tolouse, na França, mas a relíquia de seu braço direito, com o qual escrevia, se encontra em Roma.</p>
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		<title>Evangelho (Marcos 4,26-34)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 10:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>roberta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho]]></category>
		<category><![CDATA[Liturgia diária]]></category>

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		<description><![CDATA[— O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 26Jesus disse à multidão: “O Reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra. 27Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>— O Senhor esteja convosco.<br />
<strong>— Ele está no meio de nós.</strong><br />
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.<br />
<strong>— Glória a vós, Senhor.</strong></p>
<p>Naquele tempo, <sup>26</sup>Jesus disse à multidão: “O Reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra. <sup>27</sup>Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece.<br />
<sup>28</sup>A terra, por si mesma, produz o fruto: primeiro aparecem as folhas, depois vem a espiga e, por fim, os grãos que enchem a espiga. <sup>29</sup>Quando as espigas estão maduras, o homem mete logo a foice, porque o tempo da colheita chegou”.<br />
<sup>30</sup>E Jesus continuou: “Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus? Que parábola usaremos para representá-lo? <sup>31</sup>O Reino de Deus é como um grão de mostarda que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes da terra. <sup>32</sup>Quando é semeado, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças, e estende ramos tão grandes, que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra”.<br />
<sup>33</sup>Jesus anunciava a Palavra usando muitas parábolas como estas, conforme eles podiam compreender. <sup>34</sup>E só lhes falava por meio de parábolas, mas, quando estava sozinho com os discípulos, explicava tudo.</p>
<p>- Palavra da Salvação.<br />
<strong>- Glória a vós, Senhor.</strong></p>
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