Já nos dizia o Papa João Paulo II de Santa memória, “o mundo precisa de santos que usem calça jeans, vão aos shoppings, usem celular, namorem… ” (Carta aos Artistas).
Assim muitos leigos no seu estado de vida (casados, noivos, namorando, solteiros…) se uniram a essa pequena obra para viver a sua vocação a santidade que é o chamado primeiro do cristão, sendo sal e luz na terra, lutando junto aos consagrados contra os flagelos que assolam hoje o nosso mundo. Onde nós consagrados não podemos chegar, estão nossos leigos sendo anúncio do Reino, testemunho de santidade no trabalho, na família, nas escolas, nos ambientes de lazer. Eles de envolvem conosco nas diversas pastorais, encontros de evangelização e outros trabalhos que são próprios ao seu estado de vida.

É característica fundamental do estado laical viver em meio ao mundo e nele atuar através do anuncio do evangelho e do seu testemunho cristão.

“Os leigos são especialmente chamados por Deus a tornarem a Igreja presente e operosa naqueles lugares e circunstancias onde apenas através deles ela pode chegar como sal da terra” (Pio XI, Encíclica Quadragésimo Anno).

Como membros da fraternidade são chamados a serem portadores da caridade e da esperança à todos aqueles que se encontram em situação de profunda fragilidade física, moral, psíquica, e espiritual; Os pobres nos seus múltiplos rostos. “Todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes” (Mt 25,40).

São chamados a serem os novos arautos da evangelização em meio ao mundo, promovendo e trabalhando em unidade com os demais membros da fraternidade em encontros de querigma, seminários, avivamentos, ofensivas, retiros, etc.

Através dos seus dons peculiares, são chamados também a contribuem para a obra da evangelização através da arte (musica, dança, teatro, literatura); da técnica (profissão, especialização, trabalhos manuais, etc); e da ciência (cursos, estudos, ensino, etc.).

Qualquer pessoa pode ser membro de aliança desde que esteja aberta para assumir tudo aquilo que o carisma pede e a viver de acordo com ele.

Após um ano de caminhada e em conformidade com o parecer dos responsáveis, fará sua admissão a Obra publicamente, de preferência na celebração da Santa Missa. Durante três anos renovará as suas promessas e no quarto ano fará sua adesão definitiva a Fraternidade.

Do diretório dos Leigos Associados